Revolução indiana: a resposta das gigantes brasileiras

As prestadoras de serviços nacionais se deparam com uma nova concorrência. As gigantes indianas estão chegando ao Brasil em peso, de olho no mercado interno e na diversificação de regiões para clientes globais. Com isto, a disputa por novas contas e projeto torna-se ainda mais difícil. De acordo com a Politec e a CPM, há um lado importante deste movimento, que é colocar o Brasil no radar do full outsourcing mundial. Com isto, o País passa a ser uma alternativa para mais empresas globais. No caso das norte-americanas, há uma vantagem em relação à Índia que diz respeito ao fuso-horário. A Itautec, no entanto, se prepara para uma mudança no modelo de negócios. A gigante nacional pretende aumentar sua receita em serviços. Para isso, a companhia vem se preparando há dois anos e este é o momento de colocar a estratégia em prática.


Luiz Celso Quarta - 08 de Agosto de 2007 às 09:40

As prestadoras de serviços nacionais se deparam com uma nova concorrência. As gigantes indianas estão chegando ao Brasil em peso, de olho no mercado interno e na diversificação de regiões para clientes globais. Com isto, a disputa por novas contas e projeto torna-se ainda mais difícil.

De acordo com a Politec e a CPM, há um lado importante deste movimento, que é colocar o Brasil no radar do full outsourcing mundial. Com isto, o País passa a ser uma alternativa para mais empresas globais. No caso das norte-americanas, há uma vantagem em relação à Índia que diz respeito ao fuso-horário.

A Itautec, no entanto, se prepara para uma mudança no modelo de negócios. A gigante nacional pretende aumentar sua receita em serviços. Para isso, a companhia vem se preparando há dois anos e este é o momento de colocar a estratégia em prática.

Fonte: COMPUTERWORLD

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